quinta-feira, 29 de março de 2012

BRINQUEDOS BIODEGRADÁVEIS


Imagine você passeando pelos canais da tv e ao parar no canal de desenhos você escuta que será lançado uma boneca ou um boneco biodegradáveis, imaginação? Não, esta propaganda poderá ser realidade em breve.
O Technological Institute for Toys iniciou o projeto BIOTOY que pesquisa materiais biodegradáveis para servir de matéria prima para brinquedos.
O material é composto de polímero a base de amido (Novamont Mater Bi-material), compostos termoplásticos com serragem e cascas de amêndoa, poliéster biodegradável , álcool polivinílico, biopolímeros compostos com casca de amêndoa e aditivos.
Mas calma, o seu brinquedo não irá simplesmente “sumir” do dia pra noite. O instituto que é espanhol estuda materiais que só se biodegradam quando misturados a microorganismos ou seja, apenas quando forem descartados.
Os primeiros testes foram um sucesso, testado dentro dos processos convencionais de fabricação de brinquedos o material se portou muito bem e tem viabilidade comercial, agora o Instituto estuda materiais complementares para serem incorporados a grande variedade de brinquedos disponíveis no mercado.
Agora é só esperar. O único problema é que o filme do Toy Story não vai mais fazer sentido para as gerações futuras.

GINCANA DO LIXO


Iniciamos hoje a Gincana do Lixo, onde as crianças trarão o maior número possível de materiais recicláveis. As embalagens descartadas nos lanches consumidos aqui na escola, também farão parte da contagem individual da criança.
Serão premiados com medalhas o 1º, 2º e 3º colocados, mas ao final da gincana todas as crianças participantes serão premiadas de alguma maneira.

A iniciativa da gincana faz parte das atividades que desenvolvemos em nossas aulas de consciência social, e tem a finalidade de envolver as crianças e familiares em questões ambientais que muito cooperam na conservação do meio ambiente.

Até o dia 30/04 estaremos recebendo os materias recicláveis e alimentando o nosso placar, que será atualizado semanalmente e publicado aqui no blog.

Aqui na escola temos os tambores de coleta seletiva, os quais são utilizados pelas crianças para descartar as embalagens trazidas nos lanches e para outros materiais utilizados aqui na escola.

Atualmente, muitos estabelecimentos comerciais e residenciais fazem uso destes tambores, por isso é interessante que as crianças sejam a todo tempo incentivadas a utilizá-los.

Pequenas atitudes podem cooperar com a diminuição do volume de lixo que produzimos. Aqui na escola, por exemplo, estamos substituindo a toalha de papel para enxugar as mãos pela toalha de pano de uso individual, e o copo descartável pelas canequinhas plásticas individuais. Consciência que faz toda a diferença.

Colaborem, incentivem. Juntos podemos formar cidadãos mais conscientes, transformando a sociedade.

segunda-feira, 26 de março de 2012

A HORA CERTA DE TIRAR SEU BEBÊ DAS FRALDAS



Para os médicos brasileiros uma criança com menos de 1 ano e meio não tem nem maturidade fisiológica nem psicológica para sair das fraldas. Adiantar esse treinamento não traz benefício algum para o bebê. "Você pode até condicioná-lo a usar o toalete, mas não significa que ele entenda o que está fazendo", afirma o pediatra Roberto Bittar. Quem sai das fraldas antes do tempo pode apresentar desde problemas orgânicos, como fazer cocô na roupa ou em lugar inapropriado (encoprese), até emocionais, como baixa auto-estima. "Nessa idade, a criança está muito vulnerável à percepção externa sobre a própria imagem. Imagine se ela está sem fralda, porque a tiraram antes do tempo, e faz xixi na roupa? Vai ser motivo de vergonha e constrangimento. Podendo até gerar bloqueios emocionais sérios", diz a pediatra Maria do Carmo Barros de Melo. Por isso, o melhor é respeitar o desenvolvimento do seu filho e ter paciência nesse processo.

Não se precipite. "Só comece o treinamento do seu filho se você perceber que ele está maduro. Assim, o aprendizado tem mais chances de acontecer com tranqüilidade, apesar das trovoadas", diz a pediatra Gelsomina Colaruso Bosco. Como saber se chegou a hora? As crianças costumam deixar a fralda do dia, em média, a partir dos 2 anos e meio. Na prática, seu filho dá sinais de que está pronto se demonstra desconforto ao sujar a fralda ou avisa quando fez xixi ou cocô. Se esse tempo não for respeitado, corre-se o risco de enfrentar quilos de roupas molhadas na lavanderia por meses a fio. 

A enurese noturna é o “principal vilão” dos lençóis. Trata-se de um problema no qual a criança não consegue controlar a urina durante a noite enquanto dorme. “E isto pode ser um problema na medida em que inibe e impossibilita uma autonomia social por parte da criança”, afirma a psicóloga Patrícia Camargo.
A enurese é caracterizada quando a criança faz xixi na cama pelo menos duas vezes por semana, durante três meses seguidos, após ter completado cinco anos de idade. E pode ser primária, onde a criança ainda não consegue o controle urinário, ou, secundária, quando consegue o controle urinário após um período aproximado de seis meses, mas perde novamente, estando ligado a fatores emocionais ou orgânicos.
O fator hereditário é um dado importante, pois crianças com um dos pais enuréticos (que tiveram esse problema na infância) têm 40% de chance de serem enuréticas. Se ambos forem enuréticos, as chances aumentam. A torneirinha aberta de noite também está relacionada a outros fatores estressantes, tais como mudança de lar, separação dos pais, nascimento de irmão, etc.
Fazer pipi antes de nanar! - Outros aspectos comportamentais são muito bem recebidos pela enurese. Pense duas mil vezes antes de oferecer bastante líquido à noite ao seu filho, pois é um prato cheio ao xixi, assim como a falta de hábito de ir ao banheiro antes de dormir pode ser refletida de madrugada, com a cama encharcada de pipi. Acompanhe-o até o banheiro antes de dormir, adotando esse ritual por muito tempo.
“Os pais precisam ter consciência de que a criança não faz xixi na cama porque quer e certamente está precisando de ajuda psicológica e médica. Eles têm um papel importante na recuperação da auto-estima dos filhos e devem saber que as cobranças e humilhações só irão agravar o problema”, relata Patrícia.
Tem como evitar? - Existem várias maneiras de suavizar e de curar a enurese, começando pelo modo como a criança é tratada, com respeito e sem assumir a culpa pela falta de controle urinário. No entanto, a criança deve estar ciente de que é a única responsável pelos progressos no tratamento, devendo se sentir compreendida e apoiada.
O apoio psicológico é fundamental para ajudar no tratamento, pois está ligado à auto-estima, a resolução de conflitos pessoais e familiares. Não é válido brigar com o filho por ter feito xixi fora de hora (até porque já é tarde). É muito melhor incentivá-lo a não repetir a mesma cena no dia seguinte. Isso auxilia na motivação da criança.
“Os fatores que influenciam a manter ou cessar o sintoma de enurese dependerá da estrutura emocional da criança, da maneira com a qual os pais tratam a questão e do tempo de duração. Pois a ansiedade, a angústia e o sentimento de culpa podem agravar o problema”, alerta a psicóloga.

Para evitar o quadro da enurese na criança, no que se refere a fatores psicológicos, é importante que a auto-estima seja trabalhada antes mesmo que ela comece a dar os primeiros passos. É na forma como a mãe se relaciona com a criança, quando ela ainda está em seu colo, que começa a se desenvolver a auto-estima.

Nunca perca o controle na hora de discutir a questão. Xixi na cama não é um bicho de sete cabeças. A criança precisa ser protegida, cuidada, ensinada e compreendida. Jamais ser repreendida por tal problema.

NOVIDADES

Olá, pessoal!!

A partir de hoje, todas as segundas-feiras a escola postará informações sobre o desenvolvimento das crianças em cada fase da infância.
Serão matérias sobre: alimentação, desenvolvimento, educação, habilidades, desenvolvimento emocional, e outras matérias que poderão auxiliá-los na observação e estimulação do seu filho dia-a-dia.

Gostaríamos que vocês se sentissem a vontade para interagir conosco, de forma a expressar as suas experiências e dúvidas.
Vocês poderão participar através do blog, avaliando as postagens como:engraçado, interessante ou legal, no quadrinho que aparece logo abaixo da postagem.
Poderão também comentar as postagens pelo blog, ou ainda, nos enviar dicas de postagens no e-mail da escola: criandoerecreando@hotmail.com.br

Esperamos que gostem e participem.

COMO OS PAIS PODEM AUXILIAR O DESENVOLVIMENTO DA INTELIGÊNCIA DA CRIANÇA?



Os estímulos ao desenvolvimento mental, após o nascimento da criança.

É comprovado que o QI (Quociente de Inteligência) das pessoas, em geral, vem aumentando com o passar dos anos.
Nos Estados Unidos, o QI médio das crianças, em 1932, era 100. Atualmente, ele é 112. Isto aconteceu porque há um efeito multiplicador na inteligência. Pessoas inteligentes e competentes são estimuladas por ambientes mais ricos em informação, que lhes propiciam maior liberdade para exercitarem a criatividade. Vivendo em ambientes desse tipo, essas pessoas acabam provocando mudanças que, por sua vez, oferecem novos estímulos que ensejam o crescimento dos que lhes rodeiam. É assim que a inteligência da população sobe.
É visível que as crianças são mais inteligentes hoje que no passado. Elas são capazes de dominar um universo muito grande de informações e instrumentos e se adaptam com facilidade a novas situações.
Ao nascer, o cérebro de um bebê tem cerca de 100 bilhões de neurônios (células nervosas). À medida que a criança se desenvolve, são criadas conexões entre os neurônios (as "sinapses") que funcionam como "pontes" pelas quais o aprendizado vai se fazendo e permanecendo na memória.
Na ânsia de colaborar com o desenvolvimento da inteligência de seu filho, ou de acelerá-la, há pai que sobrecarrega a criança com uma série de estímulos, atividades e cobranças, causando-lhe profundo estresse e até depressão. Criança precisa ter um espaço de tempo livre em sua agenda diária para não fazer absolutamente nada e necessita ter espaços livres para brincar, afirma Abram Topczenski, neuropediatra do Hospital Albert Einstein.
Os pais devem reduzir suas expectativas em relação ao aprendizado da criança e devem se guiar, sempre e principalmente, pelo bom senso. Nenhum pai deve considerar seu filho "problemático" só porque um de seus coleguinhas está "mais adiantado" que ele. Devemos respeitar as características peculiares de nossos filhos, procurando ler e ouvir sobre os comportamentos e atitudes considerados ou tidos como "padrão" de cada idade e tirando dúvidas com o pediatra da criança ou com algum médico especialista na área que nos desperte preocupações.
De acordo com os especialistas, existe uma hora certa para a criança desenvolver cada habilidade específica. Esses períodos são chamados de "janelas de oportunidades". Por outro lado, também não é conveniente adotarmos uma atitude oposta: a de ignorarmos as necessidades da criança que se mostre precoce, ávida por conhecimentos e experiências consideradas "adiantadas" para sua idade cronológica. Aqui, novamente, a recomendação é o uso do bom senso.
Os estímulos adequados, oferecidos pelos pais, após o nascimento do bebê, são fundamentais para a formação de sinapses. Quanto mais circuitos forem formados, mais ganhos a criança terá em relação ao aprendizado. O cérebro continuará se formando e se desenvolvendo até a adolescência.
E o que são esses "estímulos adequados"?
Estímulos adequados podem ser toques e palavras de carinho e incentivo, elogios, brincadeiras (com ou sem brinquedos), joguinhos, música, esportes, conversas, narrativas de histórias, etc.
Os especialistas afirmam que muito mais importante que o "tipo de estímulo" é "a forma como ele é oferecido". O carinho e a demonstração de afeto devem vir junto com as brincadeiras. Sem contato e cumplicidade, nada funciona, afirma Muszkat. Ele ainda nos lembra que para desenvolver a capacidade cerebral de uma criança não precisamos de recursos sofisticados. É preciso oferecer um desenvolvimento emocional e cultural que ajude a construir mais do que um cérebro. Precisamos investir no desenvolvimento da inteligência infantil sempre visando o produto final almejado: um adulto confiante em si próprio e muito feliz.
Venice Sant´Anna
                             

HIGIENE BUCAL

Dentes bem-tratados melhoram qualidade de vida de crianças

Estudo realizado pelo Centro Acadêmico de Odontologia de Amsterdã, na Holanda, revelou que as crianças ganham muito em auto-estima e qualidade de vida quando passam por tratamentos dentários.
Seja por 'medo do motorzinho' ou pelo descuido dos pais, crianças com dentes deteriorados ou quebrados podem passar por diversos problemas emocionais. Desde se sentirem culpadas pela falta de cuidados, até perderem a autoconfiança por conta de um sentimento de inferioridade ou humilhação. Além disso, o estudo aponta perdas relacionadas à saúde e à qualidade de vida, tão importantes na primeira fase da vida.
"Os cuidados com a saúde e a estética dental são cada vez mais necessários. Tanto do ponto de vista da saúde, como da auto-estima e qualidade de vida. Infelizmente, não são poucas as pessoas que passam por experiências desastrosas na primeira ida ao dentista, ainda na infância", diz o doutor Marcelo Rezende, cirurgião-dentista que dirige a Smiling Dental Care, em Manaus.
Rezende aponta dois agentes responsáveis por crianças e adultos evitarem ir ao dentista, preferindo comprometer não só a saúde bucal, como a saúde geral: "Os primeiros que deveriam incentivar as crianças a ter uma higiene bucal ideal, escovando e enxaguando a boca pelo menos três vezes aos dias, são os pais. E isso se dá através de um bom exemplo dentro de casa. Se a criança nunca vê seus pais escovando os dentes antes de dormir, por que ela se sentiria obrigada a isso? Além do mais, os pais devem estar atentos aos dentes dos filhos desde cedo, recorrendo a dentistas e ortodontistas sempre que perceberem alguma necessidade".
Em segundo lugar, o especialista aponta os próprios dentistas como 'culpados' por muitos dos traumas adquiridos no consultório durante a infância. "Felizmente, não estamos falando da maioria dos dentistas. Mas, de fato, se o profissional não adota um tratamento diferenciado para com o público infantil, apresentando todo instrumental e explicando passo a passo tudo o que está fazendo para tratar os dentinhos da criança, é muito comum ela se recusar a voltar".
Rezende diz que hoje em dia, inclusive, há uma grande ajuda de novas tecnologias nesse sentido. "Quem morre de medo da anestesia pode ficar sossegado. Hoje fazemos uso do óxido nitroso, que é um gás que relaxa o paciente, produz analgesia e ainda dá uma sensação de bem-estar. O laser de hérbio é outro aliado contra o medo, empregado no lugar da broca. Vale lembrar que somente dentes sem amálgamas podem ser trabalhados com esse recurso - o que é uma grande 'sacada' com as crianças".

Fonte: site uol

Assistam ao vídeo que orienta quanto aos métodos corretos de escovação.

terça-feira, 6 de março de 2012

VIOLÊNCIA INFANTIL

É considerado maltrato infanto-juvenil doméstico aquele que acontece dentro de casa, tendo como vítimas crianças e adolescentes e é geralmente cometido pelo responsável que deveria cuidá-los. Inclui basicamente quatro tipos de situações: o dano físico, o dano psíquico ou emocional, a negligência e/ou o abandono e o abuso sexual.
Cada uma tem formas específicas de manifestação, mas o que é comum a todas elas são os transtornos graves e crônicos no funcionamento familiar, que se transmitem de uma geração para a outra: 20 a 30% das crianças maltratadas convertem-se em adultos violentos.
Até a alguns anos atrás, pensava-se que o maltrato infantil era conseqüência de transtornos psicológicos individuais, alcoolismo, toxicomania, ou de carências financeiras ou educativas.
As investigações atuais demonstram que, na realidade, é o produto de uma conjunção de fatores relacionados ao modelo familiar e social que valida a violência como procedimento aceitável para a solução de conflitos. (um absurdo)
Em realidade, geralmente diferentes formas de violência ocorrem simultaneamente, mas de modo descritivo elas consistem em: maltrato físico, maltrato emocional, negligência e abandono, abuso sexual físico e emocional.

Gostaria de salientar o maltrato emocional, pois muitas vezes é difícil de ser detectado e a criança é coagida pelo agressor a não revelá-lo.

É interessante destacar que é uma das formas de maltrato infantil mais difícil de diagnosticar. Geralmente, detecta-se quando associado a outros quadros severos de maltrato e ainda que confirmada a suspeita, a intervenção dos profissionais e/ou do sistema legal ocorre de forma mais cautelosa.

É a conseqüência da hostilidade verbal crônica em forma de burla, desprezo, crítica ou ameaça de abandono e constante bloqueio das iniciativas de interação infantil. Quem maltrata psiquicamente pode adotar atitudes tais como de humilhar a criança frente aos outros, privá-la de saídas e de sua integração social, utilizando para isto desde apenas evitar a socialização como até encerrar a criança em casa.

Pode-se ilustrar este tipo de maltrato dizendo que os filhos podem ser atingidos com atitudes, gestos e palavras, ou simplesmente rechaçando a individualidade da criança ou do adolescente de maneira tal, que impeça o seu desenvolvimento psicológico normal.

Os efeitos do maltrato emocional são observados:

· no vínculo afetivo entre a criança e o adulto;

· nos baixos níveis de adaptação e funcionamento social: dificuldade para estabelecer vínculos amistosos, problemas com os pares, problemas com a comunidade;

· nos problemas de conduta: agressividade, condutas destrutivas, condutas anti-sociais;

· nos transtornos na área cognitiva e na solução de situações problemáticas;

· nos fracassos escolares;

· na tristeza e depressão: baixa autoestima, instabilidade emocional, tendências suicidas, e

· nos temores e sintomas físicos (mais freqüentes nas crianças pequenas): síndrome de falta de progresso, perda do apetite, enurese.

Seqüelas e reabilitação

Os maus tratos na infância deixam seqüelas no desenvolvimento emocional das vítimas e se tornam praticamente irreversíveis quando o maltrato for crônico. Entre os antecedentes de jovens e adultos com transtornos graves de personalidade (neuróticos), encontra-se sempre alguma forma de maltrato na infância e na adolescência.

Segundo especialistas, nos casos de maltrato físico, emocional e negligência, a reabilitação familiar é possível em 70 ou 75%, sempre que se cumpram os tratamentos indicados. Nos casos de abuso sexual a possibilidade de reabilitação é variável, porque com freqüência se torna impossível restabelecer a convivência.

É muito importante, quando se suspeita ou se confirma o maltrato infantil, avaliar o grau de risco familiar antes que a criança volte para casa. Isto requer tempo e a intervenção de uma equipe interdisciplinar especializada composta de médicos, psicólogos, assistentes sociais e advogados.

Por outro lado, o assessoramento e a intervenção planificada a nível governamental e comunitário são fundamentais para evitar que as vítimas fiquem expostas a uma situação de risco pior que o motivo da consulta.
Por isso, a qualquer suspeita de agressão, denuncie. Seja um vizinho, um parente, seja qualquer pessoa. O que temos que preservar sempre, é a saúde, a liberdade, a dignidade e o desenvolvimento saudável da criança.
Muitas vezes o agressor é a mãe, o pai, um irmão mais velho, um cuidador. Alguém muito próximo da criança, tornando mais difícil a criança expôr o problema, pois existem vínculos familiares e/ou sociais.

Vamos fazer a nossa parte. Não podemos ser coniventes com adultos extremamentes comprometidos emocionalmente, senão funca será findado este ciclo de violência.

Reportagem do site boasaude.uol.com.br
Comentários: Renata